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<title>PMB - Partido Militar Brasileiro</title>
<description>Site oficial do PMB.</description>
<link>http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br</link>


       <item>
          <title>PRIMEIRA CONFERÊNCIA NACIONAL DO PARTIDO MILITAR BRASILEIRO (ON-LINE)</title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;">Caros amigos pr&eacute;-filiados ao nosso Partido Militar Brasileiro, &eacute; com  grande satisfa&ccedil;&atilde;o que inicio essa etapa de contatos com todos, pe&ccedil;o  desculpas primeiramente por n&atilde;o enviar um e-mail de agradecimento  individualmente, n&atilde;o por falta de vontade e sim pela falta de tempo  devido ao fatos de estarmos com quase 5.000 membros no Partido.<br />Falta  pouco para protocolarmos a cria&ccedil;&atilde;o do nosso Partido Militar  Brasileiro-PMB junto ao Tribunal Superior Eleitoral, praticamente s&oacute;  falta a publica&ccedil;&atilde;o do Estatuto e do Programa do PMB pelo Di&aacute;rio Oficial  da Uni&atilde;o, que custar&aacute; R$11.000,00 (onze mil reais), j&aacute; estamos  ultrapassando R$ 6.000,00 em doa&ccedil;&otilde;es, esperamos completar ainda neste  m&ecirc;s de janeiro, caso esteja ao seu alcance contribua com R$ 5,00 ou R$  10,00 pelo nosso site www.partidomilitarbrasileiro.com.br , pode ser via  cart&otilde;es de cr&eacute;ditos(todos) ou boleto banc&aacute;rio.<br />Para aqueles que  tenha alguma desconfian&ccedil;a ou n&atilde;o me conhecem pessoalmente, ofere&ccedil;o minha  biografia como garantia (conhe&ccedil;a melhor em meu site <a href="../">www.capitaoaugusto.com.br</a> , veja o depoimento das pessoas que fazem parte de meu conv&iacute;vio, dentre  elas amigos, familiares, superiores, companheiros de servi&ccedil;o,  pol&iacute;ticos, empres&aacute;rios, etc...<br />Ser&aacute; dada total transpar&ecirc;ncia aos  valores arrecadados e aos gastos nesse processo, isso &eacute; quest&atilde;o de honra  pessoal e, sem duvida, a honestidade de todos os militares e amigos que  comungam de nossos ideais.<br />Necessit&aacute;vamos nesse primeiro momento de  120 pessoas em 9 Estados do Brasil para protocolarmos o pedido de  cria&ccedil;&atilde;o junto ao TSE, mas queremos iniciar de forma grandiosa como somos  e merecemos, j&aacute; contamos com mais de 5.000 pr&eacute;-fliados ao PMB e, para  nossa total satisfa&ccedil;&atilde;o, participam todos os 27 Estados do Brasil nessa  cria&ccedil;&atilde;o.<br />A 1&ordf;CONFERENCIA NACIONAL DO PARTIDO MILITAR BRASILEIRO j&aacute;  esta marcada, de maneira in&eacute;dita na cria&ccedil;&atilde;o de um partido pol&iacute;tico, ser&aacute;  de forma virtual, on line, convidamos todos os senhores e senhoras para  participarem desse momento que ser&aacute; hist&oacute;rico:<br />Data:dia 29 de janeiro de 2011<br />Hora:10:00 h<br />Local:Camara Municipal de Ourinhos<br />Para assistir ao vivo pela internet: <a href="http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/">www.partidomilitarbrasileiro.com.br</a><br />Para participar com perguntas adicione o msn partidomilitar@hotmail.com<br />Maiores informa&ccedil;&otilde;es pelo meu celular pessoal: <span class="skype_pnh_print_container">(14) 9697-1139</span><span class="skype_pnh_container" dir="ltr"><span class="skype_pnh_mark"> begin_of_the_skype_highlighting</span>&nbsp;<span class="skype_pnh_highlighting_inactive_common" title="Ligue para este n&uacute;mero em Brasil com o Skype: +551496971139" dir="ltr"><span class="skype_pnh_left_span">&nbsp;&nbsp;</span><span class="skype_pnh_dropart_span" title="A&ccedil;&otilde;es Skype"><span class="skype_pnh_dropart_flag_span" style="background-position: -599px 1px ! important;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span><span class="skype_pnh_textarea_span"><span class="skype_pnh_text_span">&nbsp;&nbsp;(14) 9697-1139</span></span><span class="skype_pnh_right_span">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></span>&nbsp;<span class="skype_pnh_mark">end_of_the_skype_highlighting</span></span><br />Muit&iacute;ssimo obrigado mais uma vez pela confian&ccedil;a depositada, juntos somos fortes!<br />Capit&atilde;o AUGUSTO.</p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=107</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Diretrizes Nacionais de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública.</title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;"><strong>PORTARIA INTERMINISTERIAL SEDH/MJ N&ordm; 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2010</strong><br /><br /><strong>DOU 16.12.2010</strong><br /><br /><em><strong>Estabelece as Diretrizes Nacionais de Promo&ccedil;&atilde;o e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESID&Ecirc;NCIA DA REP&Uacute;BLICA e o MINISTRO DE ESTADO DA JUSTI&Ccedil;A, no uso das atribui&ccedil;&otilde;es que lhes conferem os incisos I e II, do par&aacute;grafo<br />&uacute;nico, do art. 87, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988, resolvem:<br /><br />Art. 1&ordm; Ficam estabelecidas as Diretrizes Nacionais de Promo&ccedil;&atilde;o e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, na forma do Anexo desta Portaria.<br /><br />Art. 2&ordm; A Secretaria de Direitos Humanos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica e o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a estabelecer&atilde;o mecanismos para estimular e monitorar iniciativas que visem &agrave;<br />implementa&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es para efetiva&ccedil;&atilde;o destas diretrizes em todas as<br />unidades federadas, respeitada a reparti&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias prevista no<br />art. 144 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988.<br /><br />Art. 3&ordm; Esta Portaria entra em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />PAULO DE TARSO VANNUCHI<br /><br />Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica<br /><br />LUIZ PAULO TELES FERREIRA BARRETO<br /><br />Ministro de Estado da Justi&ccedil;a<br /><br />ANEXO<br /><br /><strong>DIREITOS CONSTITUCIONAIS E PARTICIPA&Ccedil;&Atilde;O CIDAD&Atilde;</strong><br /><br />1) Adequar as leis e regulamentos disciplinares que versam sobre direitos e deveres dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988.<br /><br />2) Valorizar a participa&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es e dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica nos processos democr&aacute;ticos de debate, divulga&ccedil;&atilde;o, estudo, reflex&atilde;o e formula&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas<br />relacionadas com a &aacute;rea, tais como confer&ecirc;ncias, conselhos, semin&aacute;rios,<br />pesquisas, encontros e f&oacute;runs tem&aacute;ticos.<br /><br />3) Assegurar o exerc&iacute;cio do direito de opini&atilde;o e a liberdade de express&atilde;o dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, especialmente por meio da Internet, blogs, sites e f&oacute;runs de discuss&atilde;o, &agrave;<br />luz da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988.<br /><br />4) Garantir escalas de trabalho que contemplem o exerc&iacute;cio do direito de voto por todos os profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />VALORIZA&Ccedil;&Atilde;O DA VIDA<br /><br />5) Proporcionar equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual e coletiva aos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, em quantidade e qualidade adequadas, garantindo sua reposi&ccedil;&atilde;o permanente, considerados o<br />desgaste e prazos de validade.<br /><br />6) Assegurar que os equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual contemplem as diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero e de complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica.<br /><br />7) Garantir aos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica instru&ccedil;&atilde;o e treinamento continuado quanto ao uso correto dos equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual.<br /><br />8) Zelar pela adequa&ccedil;&atilde;o, manuten&ccedil;&atilde;o e permanente renova&ccedil;&atilde;o de todos os ve&iacute;culos utilizados no exerc&iacute;cio profissional, bem como assegurar instala&ccedil;&otilde;es dignas em todas as institui&ccedil;&otilde;es, com &ecirc;nfase<br />para as condi&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a, higiene, sa&uacute;de e ambiente de trabalho.<br /><br />9) Considerar, no repasse de verbas federais aos entes federados, a efetiva disponibiliza&ccedil;&atilde;o de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual aos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br /><br /><strong>DIREITO &Agrave; DIVERSIDADE</strong><br /><br />10) Adotar orienta&ccedil;&otilde;es, medidas e pr&aacute;ticas concretas voltadas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o, identifica&ccedil;&atilde;o e enfrentamento do racismo nas institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, combatendo qualquer modalidade de<br />preconceito.<br /><br />11) Garantir respeito integral aos direitos constitucionais das profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica femininas, considerando as especificidades relativas &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o e &agrave; amamenta&ccedil;&atilde;o,<br />bem como as exig&ecirc;ncias permanentes de cuidado com filhos crian&ccedil;as e<br />adolescentes, assegurando a elas instala&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e equipamentos<br />individuais espec&iacute;ficos sempre que necess&aacute;rio.<br /><br />12) Proporcionar espa&ccedil;os e oportunidades nas institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica para organiza&ccedil;&atilde;o de eventos de integra&ccedil;&atilde;o familiar entre todos os profissionais, com &ecirc;nfase em<br />atividades recreativas, esportivas e culturais voltadas a crian&ccedil;as,<br />adolescentes e jovens.<br /><br />13) Fortalecer e disseminar nas institui&ccedil;&otilde;es a cultura de n&atilde;odiscrimina&ccedil;&atilde;o e de pleno respeito &agrave; liberdade de orienta&ccedil;&atilde;o sexual do profissional de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, com &ecirc;nfase no<br />combate &agrave; homofobia.<br /><br />14) Aproveitar o conhecimento e a viv&ecirc;ncia dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica idosos, estimulando a cria&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os institucionais para transmiss&atilde;o de experi&ecirc;ncias, bem como a<br />forma&ccedil;&atilde;o de equipes de trabalho composta por servidores de diferentes<br />faixas et&aacute;rias para exercitar a integra&ccedil;&atilde;o inter-geracional.<br /><br />15) Estabelecer pr&aacute;ticas e servi&ccedil;os internos que contemplem a prepara&ccedil;&atilde;o do profissional de seguran&ccedil;a p&uacute;blica para o per&iacute;odo de aposentadoria, estimulando o prosseguimento em atividades de<br />participa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde; ap&oacute;s a fase de servi&ccedil;o ativo.<br /><br />16) Implementar os paradigmas de acessibilidade e empregabilidade das pessoas com defici&ecirc;ncia em instala&ccedil;&otilde;es e equipamentos do sistema de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, assegurando a reserva<br />constitucional de vagas nos concursos p&uacute;blicos.<br /><br /><br />SA&Uacute;DE<br /><br />17) Oferecer ao profissional de seguran&ccedil;a p&uacute;blica e a seus familiares, servi&ccedil;os permanentes e de boa qualidade para acompanhamento e tratamento de sa&uacute;de.<br /><br />18) Assegurar o acesso dos profissionais do sistema de seguran&ccedil;a p&uacute;blica ao atendimento independente e especializado em sa&uacute;de mental.<br /><br />19) Desenvolver programas de acompanhamento e tratamento destinados aos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica envolvidos em a&ccedil;&otilde;es com resultado letal ou alto n&iacute;vel de estresse.<br /><br />20) Implementar pol&iacute;ticas de preven&ccedil;&atilde;o, apoio e tratamento do alcoolismo, tabagismo ou outras formas de drogadi&ccedil;&atilde;o e depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica entre profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />21) Desenvolver programas de preven&ccedil;&atilde;o ao suic&iacute;dio, disponibilizando atendimento psiqui&aacute;trico, n&uacute;cleos terap&ecirc;uticos de apoio e divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto.<br /><br />22) Criar n&uacute;cleos terap&ecirc;uticos de apoio voltados ao enfrentamento da depress&atilde;o, estresse e outras altera&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas.<br /><br />23) Possibilitar acesso a exames cl&iacute;nicos e laboratoriais peri&oacute;dicos para identifica&ccedil;&atilde;o dos fatores mais comuns de risco &agrave; sa&uacute;de.<br /><br />24) Prevenir as conseq&uuml;&ecirc;ncias do uso continuado de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual e outras doen&ccedil;as profissionais ocasionadas por esfor&ccedil;o repetitivo, por meio de acompanhamento m&eacute;dico<br />especializado.<br /><br />25) Estimular a pr&aacute;tica regular de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos, garantindo a ado&ccedil;&atilde;o de mecanismos que permitam o c&ocirc;mputo de horas de atividade f&iacute;sica como parte da jornada semanal de trabalho.<br /><br />26) Elaborar cartilhas voltadas &agrave; reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar como forma de diminui&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es de risco &agrave; sa&uacute;de e como fator de bem-estar profissional e auto-estima.<br /><br /><br /><strong>REABILITA&Ccedil;&Atilde;O E REINTEGRA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /><br />27) Promover a reabilita&ccedil;&atilde;o dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica que adquiram les&otilde;es, traumas, defici&ecirc;ncias ou doen&ccedil;as ocupacionais em decorr&ecirc;ncia do exerc&iacute;cio de suas atividades.<br /><br />28) Consolidar, como valor institucional, a import&acirc;ncia da readapta&ccedil;&atilde;o e da reintegra&ccedil;&atilde;o dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica ao trabalho em casos de les&otilde;es, traumas, defici&ecirc;ncias<br />ou doen&ccedil;as ocupacionais adquiridos em decorr&ecirc;ncia do exerc&iacute;cio de suas<br />atividades.<br /><br />29) Viabilizar mecanismos de readapta&ccedil;&atilde;o dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica e deslocamento para novas fun&ccedil;&otilde;es ou postos de trabalho como alternativa ao afastamento definitivo e &agrave;<br />inatividade em decorr&ecirc;ncia de acidente de trabalho, ferimentos ou<br />seq&uuml;elas.<br /><br /><br />DIGNIDADE E SEGURAN&Ccedil;A NO TRABALHO<br /><br />30) Manter pol&iacute;tica abrangente de preven&ccedil;&atilde;o de acidentes e ferimentos, incluindo a padroniza&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos e rotinas, atividades de atualiza&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o, bem como a constitui&ccedil;&atilde;o de<br />comiss&atilde;o especializada para coordenar esse trabalho.<br /><br />31) Garantir aos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica acesso &aacute;gil e permanente a toda informa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para o correto desempenho de suas fun&ccedil;&otilde;es, especialmente no tocante &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o a ser<br />observada.<br /><br />32) Erradicar todas as formas de puni&ccedil;&atilde;o envolvendo maus tratos, tratamento cruel, desumano ou degradante contra os profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, tanto no cotidiano funcional como em<br />atividades de forma&ccedil;&atilde;o e treinamento.<br /><br />33) Combater o ass&eacute;dio sexual e moral nas institui&ccedil;&otilde;es, veiculando campanhas internas de educa&ccedil;&atilde;o e garantindo canais para o recebimento e apura&ccedil;&atilde;o de den&uacute;ncias.<br /><br />34) Garantir que todos os atos decis&oacute;rios de superiores hier&aacute;rquicos dispondo sobre puni&ccedil;&otilde;es, escalas, lota&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncias sejam devidamente motivados e fundamentados.<br /><br />35) Assegurar a regulamenta&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, garantindo o exerc&iacute;cio do direito &agrave; conviv&ecirc;ncia familiar e comunit&aacute;ria.<br /><br /><br />SEGUROS E AUX&Iacute;LIOS<br /><br />36) Apoiar projetos de leis que instituam seguro especial aos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, para casos de acidentes e traumas incapacitantes ou morte em servi&ccedil;o.<br /><br />37) Organizar servi&ccedil;os de apoio, orienta&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica e assist&ecirc;ncia social &agrave;s fam&iacute;lias de profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica para casos de morte em servi&ccedil;o.<br /><br />38) Estimular a institui&ccedil;&atilde;o de aux&iacute;lio-funeral destinado &agrave;s fam&iacute;lias de profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica ativos e inativos.<br /><br /><br /><strong>ASSIST&Ecirc;NCIA JUR&Iacute;DICA</strong><br /><br />39) Firmar parcerias com Defensorias P&uacute;blicas, servi&ccedil;os de atendimento jur&iacute;dico de faculdades de Direito, n&uacute;cleos de advocacia pro bono e outras inst&acirc;ncias de advocacia gratuita para assessoramento e defesa dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, em casos decorrentes do<br />exerc&iacute;cio profissional.<br /><br />40) Proporcionar assist&ecirc;ncia jur&iacute;dica para fins de recebimento de seguro, pens&atilde;o, aux&iacute;lio ou outro direito de familiares, em caso de morte do profissional de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br /><br /><strong>HABITA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /><br />41) Garantir a implementa&ccedil;&atilde;o e a divulga&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas e planos de habita&ccedil;&atilde;o voltados aos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, com a concess&atilde;o de cr&eacute;ditos e financiamentos diferenciados.<br /><br /><br /><strong>CULTURA E LAZER</strong><br /><br />42) Conceber programas e parcerias que estimulem o acesso &agrave; cultura pelos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica e suas fam&iacute;lias, mediante vales para desconto ou ingresso gratuito em cinemas,<br />teatros, museus e outras atividades, e que garantam o incentivo &agrave;<br />produ&ccedil;&atilde;o cultural pr&oacute;pria.<br /><br />43) Promover e estimular a realiza&ccedil;&atilde;o de atividades culturais e esportivas nas instala&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas de academias de pol&iacute;cia, quart&eacute;is e outros pr&eacute;dios das corpora&ccedil;&otilde;es, em finais de semana ou outros<br />hor&aacute;rios de disponibilidade de espa&ccedil;os e equipamentos.<br /><br />44) Estimular a realiza&ccedil;&atilde;o de atividades culturais e esportivas desenvolvidas por associa&ccedil;&otilde;es, sindicatos e clubes dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br /><br /><strong>EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /><br />45) Estimular os profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica a frequentar programas de forma&ccedil;&atilde;o continuada, estabelecendo como objetivo de longo prazo a universaliza&ccedil;&atilde;o da gradua&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria.<br /><br />46) Promover a adequa&ccedil;&atilde;o dos curr&iacute;culos das academias &agrave; Matriz Curricular Nacional, assegurando a inclus&atilde;o de disciplinas voltadas ao ensino e &agrave; compreens&atilde;o do sistema e da pol&iacute;tica nacional de<br />seguran&ccedil;a p&uacute;blica e dos Direitos Humanos.<br /><br />47) Promover nas institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica uma cultura que valorize o aprimoramento profissional constante de seus servidores tamb&eacute;m em outras &aacute;reas do conhecimento, distintas da<br />seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />48) Estimular iniciativas voltadas ao aperfei&ccedil;oamento profissional e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o continuada dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, como o projeto de ensino a dist&acirc;ncia do governo federal e a<br />Rede Nacional de Altos Estudos em Seguran&ccedil;a P&uacute;blica (Renaesp).<br /><br />49) Assegurar o aperfei&ccedil;oamento profissional e a forma&ccedil;&atilde;o continuada como direitos do profissional de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br /><br /><strong>PRODU&Ccedil;&Atilde;O DE CONHECIMENTOS</strong><br /><br />50) Assegurar a produ&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o regular de dados e n&uacute;meros envolvendo mortes, les&otilde;es e doen&ccedil;as graves sofridas por profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica no exerc&iacute;cio ou em decorr&ecirc;ncia da<br />profiss&atilde;o.<br /><br />51) Utilizar os dados sobre os processos disciplinares e administrativos movidos em face de profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica para identificar vulnerabilidades dos treinamentos e<br />inadequa&ccedil;&otilde;es na gest&atilde;o de recursos humanos.<br /><br />52) Aprofundar e sistematizar os conhecimentos sobre diagnose e preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as ocupacionais entre profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />53) Identificar locais com condi&ccedil;&otilde;es de trabalho especialmente perigosas ou insalubres, visando &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o de danos e de riscos &agrave; vida e &agrave; sa&uacute;de dos profissionais de seguran&ccedil;a<br />p&uacute;blica.<br /><br />54) Estimular parcerias entre universidades e institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica para diagn&oacute;stico e elabora&ccedil;&atilde;o de projetos voltados &agrave; melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos profissionais<br />de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />55) Realizar estudos e pesquisas com a participa&ccedil;&atilde;o de profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica sobre suas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e a efic&aacute;cia dos programas e servi&ccedil;os a eles disponibilizados por suas<br />institui&ccedil;&otilde;es.<br /><br /><br /><strong>ESTRUTURAS E EDUCA&Ccedil;&Atilde;O EM DIREITOS HUMANOS</strong><br /><br />56) Constituir n&uacute;cleos, divis&otilde;es e unidades especializadas em Direitos Humanos nas academias e na estrutura regular das institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, incluindo entre suas tarefas a<br />elabora&ccedil;&atilde;o de livros, cartilhas e outras publica&ccedil;&otilde;es que divulguem dados<br />e conhecimentos sobre o tema.<br /><br />57) Promover a multiplica&ccedil;&atilde;o de cursos avan&ccedil;ados de Direitos Humanos nas institui&ccedil;&otilde;es, que contemplem o ensino de mat&eacute;rias pr&aacute;ticas e te&oacute;ricas e adotem o Plano Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o em Direitos<br />Humanos como refer&ecirc;ncia.<br /><br />58) Atualizar permanentemente o ensino de Direitos Humanos nas academias, refor&ccedil;ando nos cursos a compreens&atilde;o de que os profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica tamb&eacute;m s&atilde;o titulares de Direitos<br />Humanos, devem agir como defensores e promotores desses direitos e<br />precisam ser vistos desta forma pela comunidade.<br /><br />59) Direcionar as atividades de forma&ccedil;&atilde;o no sentido de consolidar a compreens&atilde;o de que a atua&ccedil;&atilde;o do profissional de seguran&ccedil;a p&uacute;blica orientada por padr&otilde;es internacionais de respeito aos<br />Direitos Humanos n&atilde;o dificulta, nem enfraquece a atividade das<br />institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, mas confere-lhes credibilidade,<br />respeito social e efici&ecirc;ncia superior.<br /><br /><br /><strong>VALORIZA&Ccedil;&Atilde;O PROFISSIONAL</strong><br /><br />60) Contribuir para a implementa&ccedil;&atilde;o de planos voltados &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o profissional e social dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, assegurado o respeito a crit&eacute;rios b&aacute;sicos de<br />dignidade salarial.<br /><br />61) Multiplicar iniciativas para promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e da qualidade de vida dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />62) Apoiar o desenvolvimento, a regulamenta&ccedil;&atilde;o e o aperfei&ccedil;oamento dos programas de aten&ccedil;&atilde;o biopsicossocial j&aacute; existentes.<br /><br />63) Profissionalizar a gest&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, fortalecendo uma cultura gerencial enfocada na necessidade de elaborar diagn&oacute;sticos, planejar, definir metas expl&iacute;citas<br />e monitorar seu cumprimento.<br /><br />64) Ampliar a forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica espec&iacute;fica para gestores da &aacute;rea de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />65) Veicular campanhas de valoriza&ccedil;&atilde;o profissional voltadas ao fortalecimento da imagem institucional dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />66) Definir e monitorar indicadores de satisfa&ccedil;&atilde;o e de realiza&ccedil;&atilde;o profissional dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<br /><br />67) Estimular a participa&ccedil;&atilde;o dos profissionais de seguran&ccedil;a p&uacute;blica na elabora&ccedil;&atilde;o de todas as pol&iacute;ticas e programas que os envolvam<br /><br /><strong>DOU 16.12.2010</strong><br /><br /><br />Fonte: <a href="http://policialbr.com/profiles/blogs/alforria-para-os-pms-e-bms-de">http://policialbr.com</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=105</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Mantida decisão que suspendeu a transferência de dois militares</title>
		  <description><![CDATA[
          <p><strong>Mantida decis&atilde;o que suspendeu a transfer&ecirc;ncia de dois militares</strong></p>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar  Peluso negou seguimento ao pedido de Suspens&atilde;o de Liminar (SL) 430,  ajuizado pela Uni&atilde;o contra ato da 14&ordf; Vara Federal Judici&aacute;ria do  Distrito Federal, que suspendeu a transfer&ecirc;ncia dos militares Laci  Marinho e Fernando Alc&acirc;ntara para as cidades de S&atilde;o Leopoldo (RS) e  Osasco (SP), respectivamente.</p>
<p>Na inst&acirc;ncia de origem, o Minist&eacute;rio Publico Federal (MPF) ajuizou  a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica, alegando que a transfer&ecirc;ncia dos militares, embora  justificada como &ldquo;necessidade de servi&ccedil;o&rdquo;, na verdade esconderia a real  inten&ccedil;&atilde;o dos superiores hier&aacute;rquicos, que seria a de puni-los por  suposto comportamento homossexual. Com a suspens&atilde;o da transfer&ecirc;ncia, a  Uni&atilde;o recorreu e, na Suspens&atilde;o de Liminar apresentada no STF, sustenta  ter havido les&atilde;o &agrave; ordem administrativa e &agrave; seguran&ccedil;a p&uacute;blica, pois a  decis&atilde;o teria violado &ldquo;frontalmente a disciplina e a hierarquia,  princ&iacute;pios basilares em que se pauta toda a atividade militar&rdquo;.</p>
<p>Para o presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, o caso tem  fundamento em normas de regulamento militar, &ldquo;de evidente natureza  infraconstitucional&rdquo;, n&atilde;o cabendo a an&aacute;lise pelo Supremo. O ministro  ressaltou que de acordo com o regime legal, compete &agrave; Presid&ecirc;ncia do  Tribunal &ldquo;suspender a execu&ccedil;&atilde;o de decis&otilde;es concessivas de seguran&ccedil;a, de  liminar ou de tutela antecipada, proferidas em &uacute;nica ou &uacute;ltima  inst&acirc;ncia, pelos tribunais locais ou federais, para evitar grave les&atilde;o &agrave;  ordem, &agrave; sa&uacute;de, &agrave; seguran&ccedil;a e &agrave; economia p&uacute;blicas&rdquo;.</p>
<p>Peluso afirma na decis&atilde;o que o pedido exige demonstra&ccedil;&atilde;o da natureza  constitucional para atrair a compet&ecirc;ncia do Supremo. &ldquo;N&atilde;o se encontra  aqui, todavia, tal requisito elementar do regime de contracautela, pois  n&atilde;o se descobre natureza constitucional &agrave; controv&eacute;rsia que desencadearia  a compet&ecirc;ncia do STF para apreciar o pedido de suspens&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Ao negar seguimento ao pedido, o ministro tamb&eacute;m determinou a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ).</p>
<p>KK/EH</p>
<p><strong>Processos relacionados</strong><br /><a class="noticia" href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=430&amp;classe=SL&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M">SL 430</a></p>
<p>fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=168694</p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=104</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>FELIZ NATAL</title>
		  <description><![CDATA[
          <p>FELIZ NATAL A TODOS E QUE DEUS SEMPRE ESTEJA JUNTO DE TODOS.</p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=84</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Após atuação no Rio, Exército tem plano para todo o Brasil </title>
		  <description><![CDATA[
          <div id="SearchKey_Text1" class="page fontsize p1 printing">
<p style="text-align: justify;">A experi&ecirc;ncia dos militares brasileiros  no Haiti ser&aacute; crucial  ao trabalho que o Ex&eacute;rcito far&aacute; nos Complexos do  Alem&atilde;o e da Penha, no  Rio. Com base no que as tropas vivenciam e nas  informa&ccedil;&otilde;es do setor de  intelig&ecirc;ncia, o Ex&eacute;rcito montou um plano de  a&ccedil;&atilde;o para todos os Estados  brasileiros. Segundo dois ex-comandantes de  tropa no Haiti, o general  Augusto Heleno e o coronel da reserva Barroso  Magno, se o ex&eacute;rcito for  acionado saber&aacute; o que fazer. "O ex&eacute;rcito tem  um plano de atua&ccedil;&atilde;o para  apoio ao governo do Estado do Rio e a todos os  Estados. Chama-se Plano  de Seguran&ccedil;a Integrada e &eacute; realizado para a  conting&ecirc;ncia da  Constitui&ccedil;&atilde;o, nas situa&ccedil;&otilde;es de Garantia da lei e da  Ordem", disse Magno,  comandante do 6.&ordm; contingente brasileiro na Miss&atilde;o  das Na&ccedil;&otilde;es Unidas  para a Estabiliza&ccedil;&atilde;o do Haiti (Minustah). As  informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do jornal <em>Estado de S. Paulo</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O general Heleno &eacute; enf&aacute;tico em observar  que a pacifica&ccedil;&atilde;o do Haiti s&oacute;  aconteceu depois que os militares  entenderam que era preciso fixar  bases dentro das favelas. Chamadas de  Ponto Forte, delas partiam as  a&ccedil;&otilde;es de combate e tamb&eacute;m as a&ccedil;&otilde;es de  cidadania, uma estrutura muito  parecida com as Unidades de Pol&iacute;cia  Pacificadora (UPPs) no Rio. Com  ex&eacute;rcito e governo do Estado alinhados  quanto &agrave;s formas de se combater o  poder do tr&aacute;fico nas cidades, &eacute;  preciso definir quem comanda as  opera&ccedil;&otilde;es. "Vamos precisar definir a  ares de atua&ccedil;&atilde;o, definir a miss&atilde;o,  buscar amparo legal para as a&ccedil;&otilde;es  t&iacute;picas de pol&iacute;cia, porque n&oacute;s n&atilde;o  temos poder de pol&iacute;cia. Tem de  arranjar uma maneira de outorgar esse  poder de pol&iacute;cia &agrave; tropa", disse o  genral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Viol&ecirc;ncia no Rio</strong><br /> O  Complexo do Alem&atilde;o est&aacute; ocupado pelas for&ccedil;as de seguran&ccedil;a desde o dia   28 de novembro. A tomada do local aconteceu praticamente sem resist&ecirc;ncia   numa a&ccedil;&atilde;o conjunta da Pol&iacute;cia Militar, Civil, Federal e For&ccedil;as  Armadas.  A pol&iacute;cia investiga uma poss&iacute;vel fuga de traficantes pela  tubula&ccedil;&atilde;o de  esgoto do Alem&atilde;o antes dos policiais subirem o morro. Na  quinta, 25 de  novembro, a pol&iacute;cia assumiu o comando da Vila Cruzeiro,  na Penha. Ambos  dominados, at&eacute; ent&atilde;o, pela fac&ccedil;&atilde;o criminosa Comando  Vermelho. As a&ccedil;&otilde;es  foram uma resposta do Estado a uma s&eacute;rie de ataques,  que come&ccedil;ou na  tarde do dia 21 de novembro. Em uma semana, pelo menos  39 pessoas  morreram e mais de 180 ve&iacute;culos foram incendiados por  criminosos nas  ruas do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">fonte: http://<a href="http://www.policialbr.com/">policialbr.com</a></p>
</div>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=83</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>PEC300 E A OPERAÇÃO RIO DE JANEIRO</title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;">H&aacute; muito tempo ouvimos falar: &ldquo;os  traficantes fazem o papel do estado no Rio de Janeiro&rdquo; e agora com o  trabalho realizado pelas Policias e For&ccedil;as Armadas, estamos vendo alguns  resultados que colocam por terra tal afirma&ccedil;&atilde;o. O &uacute;ltimo balan&ccedil;o  divulgado em 03/12 pela Policia Civil do Rio de Janeiro revelam que em  12 dias de confrontos, incluindo as invas&otilde;es da Vila Cruzeiro e do  Complexo do Alem&atilde;o foram apreendidas 518 armas, sendo 200 pistolas, 140  fuzis, 73 rev&oacute;lveres, 35 metralhadoras, 34 espingardas e 18  submetralhadoras, alem de 38 granadas e seis bombas artesanais. O total  de drogas apreendidas foi de 34, 194 toneladas, sendo 33,8 toneladas de  maconha, 313,9 quilos de coca&iacute;na, 54 quilos de crack e 1,9 quilo de  haxixe, al&eacute;m de 108 litros de cloreto de etila, usado para fazer  lan&ccedil;a-perfume. A outra &ldquo;guerra&rdquo; enfrentada pelo Poder P&uacute;blico revela que  at&eacute; sexta-feira (03), 555 toneladas de lixo foram coletadas, 210,72  toneladas de massa asf&aacute;ltica para recupera&ccedil;&atilde;o da pavimenta&ccedil;&atilde;o foram  utilizadas, 891 buracos foram fechados, 977 metros de galerias de &aacute;guas  pluviais foram desobstru&iacute;dos, 1473 l&acirc;mpadas foram substitu&iacute;das e 676  novos metros de cabos el&eacute;tricos foram instalados. A popula&ccedil;&atilde;o que vivia  em um clima de terror agora vive um clima de &ldquo;paz&rdquo; dentro de uma  opera&ccedil;&atilde;o de &ldquo;guerra&rdquo;, aplaudindo e agradecendo a opera&ccedil;&atilde;o desencadeada  pelo Estado em conjunto com a Uni&atilde;o; imaginem a sensa&ccedil;&atilde;o que ir&atilde;o sentir  com o inicio da segunda etapa das opera&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s o termino da primeira.  Tamb&eacute;m os dizeres: &ldquo;o estado j&aacute; perdeu o controle no Rio de Janeiro&rdquo;  foi por terra, a receita esta ai, &eacute; a uni&atilde;o das for&ccedil;as estaduais e  federais no combate ao crime, bastando por em pr&aacute;tica em todo o  territ&oacute;rio nacional, os resultados mostram que &eacute; perfeitamente poss&iacute;vel a  realiza&ccedil;&atilde;o de uma ofensiva contra o crime a n&iacute;vel nacional,  desarticulando suas lideran&ccedil;as e estabilizando os locais mais afetados  com seguran&ccedil;a, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ser um profundo  conhecedor para enfrentar o crime e sim necess&aacute;rio ser um estrategista  para combat&ecirc;-lo, sendo o profundo conhecedor necess&aacute;rio para evit&aacute;-lo e o  que estamos vendo &eacute; uma grande estrat&eacute;gia militar para a retomada dos  territ&oacute;rios invadidos pelos criminosos.<br />O Poder P&uacute;blico, dando  continuidade nos trabalhos e investindo na &aacute;rea de seguran&ccedil;a p&uacute;blica,  n&atilde;o s&oacute; com inova&ccedil;&otilde;es, treinamentos e equipamentos, mas principalmente  investir no que de mais valioso uma institui&ccedil;&atilde;o pode ter que &eacute; o ser  humano, sal&aacute;rios dignos, treinamento e com uma pol&iacute;tica forte de combate  a corrup&ccedil;&atilde;o n&atilde;o haver&aacute; espa&ccedil;o para a marginalidade tomar as propor&ccedil;&otilde;es  vistas em nosso Pa&iacute;s; A aprova&ccedil;&atilde;o de um piso salarial (PEC300) para os  Policiais e Bombeiros do Brasil &eacute; sem sombra de d&uacute;vidas o primeiro  passo, n&atilde;o adianta querer construir auto-estrada para trafegar com carro  de boi!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.policialbr.com/">http://policialbr.com</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=82</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>PM do Rio vai montar quartel para Exército </title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;">Cerca de 250 policiais ir&atilde;o trabalhar em conjunto com o Ex&eacute;rcito para fazer um pente-fino nas favelas da regi&atilde;o<br /><br />Rio  de Janeiro - A partir da pr&oacute;xima segunda-feira (6), a Pol&iacute;cia Militar  vai montar um quartel de campanha para ajudar o Ex&eacute;rcito no trabalho de  vistoria do Complexo do Alem&atilde;o, zona norte do Rio de Janeiro, ocupado  por militares desde o domingo (28).<br /><br />Segundo a PM, 250 homens ir&atilde;o  trabalhar em conjunto com o Ex&eacute;rcito para fazer um pente fino nas  favelas da regi&atilde;o. Os policiais vir&atilde;o de batalh&otilde;es diversos e formar&atilde;o  uma unidade voltada para a regi&atilde;o. Eles usar&atilde;o, inclusive, um uniforme  especialmente preparado, diferente dos utilizados por batalh&otilde;es.<br /><br />Provisoriamente,  os policiais v&atilde;o ficar lotados no 16&ordm; Batalh&atilde;o da PM (Olaria). Depois,  v&atilde;o ocupar, em sistema de rod&iacute;zio, tr&ecirc;s casas: uma na Vila Cruzeiro e  duas no Complexo do Alem&atilde;o. O comandante ser&aacute; o coronel Edvaldo Camelo.<br /><br />O  coordenador de comunica&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Militar do Rio, o coronel Lima  Castro, afirmou que o Ex&eacute;rcito n&atilde;o far&aacute; incurs&otilde;es nas favelas dos  complexos do Alem&atilde;o e da Penha. A fun&ccedil;&atilde;o dos militares das For&ccedil;as  Armadas ser&aacute; fazer o patrulhamento da &aacute;rea, no entorno das favelas,  vigiando as entradas. Ser&aacute; a Pol&iacute;cia Militar a respons&aacute;vel pelas  opera&ccedil;&otilde;es nas comunidades, vasculhando as casas.<br /><br />O objetivo,  segundo Lima Castro, &eacute; que os policiais fiquem conhecidos dos moradores,  criando uma identifica&ccedil;&atilde;o com eles. V&atilde;o ficar at&eacute; a instala&ccedil;&atilde;o das UPPs  na regi&atilde;o, o que acontecer&aacute; no pr&oacute;ximo ano, ainda sem data definida.<br /><br />Na  tarde de ontem, a Brigada de Infantaria Paraquedista montou uma  barricada no principal acesso ao complexo. A barreira est&aacute; sendo  instalada na estrada do Itarar&eacute; com a avenida Joaquim de Queiroz e &eacute;  composta por grandes sacos de terra, que foram trazidos do quartel da  brigada, na Vila Militar, zona norte do Rio.<br /><br />O objetivo da  barricada &eacute; garantir a seguran&ccedil;a da tropa. Os sacos de terra servem de  prote&ccedil;&atilde;o para balas, de poss&iacute;veis ataques de traficantes.<br /><br />Outro bloqueio semelhante j&aacute; tinha sido instalada na Fazendinha, que tamb&eacute;m fica no Complexo do Alem&atilde;o.<br /><br />O  Complexo do Alem&atilde;o foi ocupado domingo (28), com o apoio das For&ccedil;as  Armadas, praticamente sem resist&ecirc;ncia dos traficantes. Na quinta-feira  (25), policiais j&aacute; tinham entrado na Vila Cruzeiro, favela vizinha ao  complexo. As ocupa&ccedil;&otilde;es ocorreram ap&oacute;s uma s&eacute;rie de atentados ocorridos  na cidade, que resultaram em mais de cem ve&iacute;culos queimados.<br /><br />As  a&ccedil;&otilde;es criminosas seriam uma retalia&ccedil;&atilde;o dos traficantes contra a  instala&ccedil;&atilde;o das UPPs (Unidades de Pol&iacute;cia Pacificadora) em morros e  favelas, segundo as autoridades de seguran&ccedil;a.<br /><br />Apreens&otilde;es<br /><br />A  Pol&iacute;cia Civil divulgou, ontem, um balan&ccedil;o das apreens&otilde;es e pris&otilde;es  feitas desde o in&iacute;cio das opera&ccedil;&otilde;es para conter a onda de viol&ecirc;ncia no  Rio.<br /><br />Em duas semanas de confrontos, incluindo as invas&otilde;es da Vila  Cruzeiro e do Complexo do Alem&atilde;o, foram apreendidas 518 armas - sendo  200 pistolas, 140 fuzis, 73 rev&oacute;lveres, 35 metralhadoras, 34 espingardas  e 18 submetralhadoras, al&eacute;m de 38 granadas e seis bombas caseiras.  Tamb&eacute;m foram apreendidas 34,1 toneladas de droga.<br /><br />PACIFICA&Ccedil;&Atilde;O<br />Ajuda federal nos morros deve ser prolongada<br /><br />O  ministro da Justi&ccedil;a, Luiz Paulo Barreto, disse, ontem, que a Pol&iacute;cia  Federal e a Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal continuar&atilde;o no Rio de Janeiro por  tempo indeterminado.<br /><br />"Eles continuar&atilde;o enquanto for necess&aacute;rio  para a pacifica&ccedil;&atilde;o do Rio e a manuten&ccedil;&atilde;o do principal projeto de  seguran&ccedil;a no Rio de Janeiro, que &eacute; essa pacifica&ccedil;&atilde;o urbana", declarou o  ministro da Justi&ccedil;a, em refer&ecirc;ncia &agrave;s UPPs.<br /><br />De acordo com  Barreto, o sistema prisional federal continua &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do Estado  para receber presos "que porventura estejam construindo uma amea&ccedil;a &agrave;  popula&ccedil;&atilde;o".<br /><br />Quanto aos riscos para os turistas que come&ccedil;am a  chegar para passar f&eacute;rias no Estado no final do ano, Barreto afirmou que  o governador S&eacute;rgio Cabral (PMDB) mant&eacute;m permanente contato com o  minist&eacute;rio e que a situa&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo avaliada diariamente.<br /><br />"O  que tem sido feito no Rio j&aacute; garante maior seguran&ccedil;a &agrave; popula&ccedil;&atilde;o e aos  turistas. Certamente teremos um grande r&eacute;veillon, um grande final de  ano, e o mais importante, a estrutura de um projeto de paz que veio para  ficar", disse.<br /><br />Na manh&atilde; de ontem, um blindado do Ex&eacute;rcito foi  posicionado na principal entrada do Complexo do Alem&atilde;o. O ve&iacute;culo tem  uma metralhadora Mag.30, que foi apontada para o morro.</p>
<p style="text-align: justify;">fonte: <a href="http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=65">Diario do Nordeste</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=81</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Exército fixa posição para começar a patrulhar favelas </title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;">Ex&eacute;rcito fixa posi&ccedil;&atilde;o para come&ccedil;ar a patrulhar favelas<br />O  bloqueio foi instalado um dia ap&oacute;s o an&uacute;ncio feito pelo comandante do  Ex&eacute;rcito de que os militares ter&atilde;o poder de pol&iacute;cia e passar&atilde;o a  patrulhar favelas ocupadas no Rio nos moldes do que ocorre no Haiti</p>
<p style="text-align: justify;">A Brigada de Infantaria Paraquedista  montou uma barricada no principal acesso ao Complexo do Alem&atilde;o, zona  norte do Rio de Janeiro, na tarde de ontem. O bloqueio foi instalado um  dia ap&oacute;s o an&uacute;ncio de que os militares ter&atilde;o poder de pol&iacute;cia e passar&atilde;o  a patrulhar as favelas ocupadas no Rio nos moldes do que ocorre no  Haiti. Mais cedo, um blindado do Ex&eacute;rcito foi posicionado no mesmo local  onde foi instalada a barreira.<br /><br />A barreira foi instalada na  estrada do Itarar&eacute; com a avenida Joaquim de Queiroz e &eacute; composta por  grandes sacos de terra, que foram trazidos do quartel da brigada, na  Vila Militar, zona norte do Rio.<br /><br />O objetivo da barricada &eacute;  garantir a seguran&ccedil;a da tropa. Os sacos de terra servem de prote&ccedil;&atilde;o para  balas, de poss&iacute;veis ataques de traficantes. Outro bloqueio semelhante  j&aacute; tinha sido instalado na Fazendinha, tamb&eacute;m no Complexo do Alem&atilde;o. De  acordo com o major do Ex&eacute;rcito Eduardo Veiga, o Ex&eacute;rcito vai colocar  barricadas em outros acessos ao Complexo do Alem&atilde;o.<br /><br />Na manh&atilde; de  anteontem, o comandante do Ex&eacute;rcito, general Enzo Pari, anunciou as  medidas. Ele ressaltou, no entanto, que o planejamento das tropas ainda  ser&aacute; feito, com um estudo do contingente de militares que ir&aacute; ocupar a  &aacute;rea. O conjunto de favelas est&aacute; ocupado por for&ccedil;as de seguran&ccedil;a desde o  &uacute;ltimo domingo.<br /><br />As tropas brasileiras combateram, no Haiti,  bandos que promoviam linchamentos em pra&ccedil;a p&uacute;blica e aterrorizavam  bairros. As quadrilhas, no entanto, n&atilde;o tinham tanto poder de fogo e  ousadia como os traficantes do Rio, segundo o general Fernando  Sardenberg, da Brigada de Paraquedistas de Infantaria, que apoiou as  a&ccedil;&otilde;es do Complexo do Alem&atilde;o.<br /><br />O Complexo do Alem&atilde;o foi ocupado  domingo passado, com o apoio das For&ccedil;as Armadas, praticamente sem  resist&ecirc;ncia dos traficantes. Na quinta-feira (25), policiais j&aacute; tinham  entrado na Vila Cruzeiro, favela vizinha ao complexo. As ocupa&ccedil;&otilde;es  ocorreram ap&oacute;s uma s&eacute;rie de atentados ocorridos na cidade. As a&ccedil;&otilde;es  criminosas seriam uma retalia&ccedil;&atilde;o dos traficantes contra a instala&ccedil;&atilde;o das  UPPs (Unidades de Pol&iacute;cia Pacificadora) em morros e favelas, segundo as  autoridades de seguran&ccedil;a.<br /><br />As a&ccedil;&otilde;es foram uma resposta do Estado a  uma s&eacute;rie de ataques, que come&ccedil;ou na tarde do dia 21 de novembro. Em  uma semana, pelo menos 39 pessoas morreram e mais de 180 ve&iacute;culos foram  incendiados por criminosos nas ruas do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">fonte: <a href="http://www.correiodoestado.com.br/noticias/exercito-fixa-posicao-para-comecar-a-patrulhar-favelas_88679/">Correio do Estado</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=80</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>NEM TUDO ESTA PERDIDO, AINDA EXISTEM MILITARES - Rio terá força de paz nos moldes do Haiti, diz comandante do Exército.</title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;">Rio ter&aacute; for&ccedil;a de paz nos moldes do Haiti, diz comandante do Ex&eacute;rcito<br />Segundo militares, ideia &eacute; que soldados atuem no Alem&atilde;o e Vila Cruzeiro.<br /><br />Ex&eacute;rcito investiga militares amea&ccedil;ados em favelas ap&oacute;s ocupa&ccedil;&otilde;es.<br /><br />O  Rio de Janeiro ter&aacute; uma for&ccedil;a de paz. Segundo o general Enzo Peri,  comandante do Ex&eacute;rcito, a ideia &eacute; que a for&ccedil;a pacificadora seja nos  mesmos moldes da do Haiti e fa&ccedil;a o policiamento no Conjunto de Favelas  do Alem&atilde;o e na Vila Cruzeiro no lugar das pol&iacute;cias. A declara&ccedil;&atilde;o foi  dada nesta quinta-feira (2) durante visita do oficial ao Alem&atilde;o.<br /><br />Ainda  n&atilde;o se sabe, no entanto, quando a for&ccedil;a pacificadora vai come&ccedil;ar a  atuar e nem como exatamente funcionar&aacute;. Segundo o general Adriano  Pereira J&uacute;nior, o Ex&eacute;rcito ainda precisa de um tempo para fazer o  planejamento das a&ccedil;&otilde;es e, por isso, n&atilde;o seria poss&iacute;vel implantar a for&ccedil;a  de paz antes do dia 15 de dezembro.<br /><br />&ldquo;O governador, o ministro da  Defesa e as for&ccedil;as militares v&atilde;o decidir como isso vai acontecer e como  ser&aacute; implantada. Mas a previs&atilde;o &eacute; que seja ainda neste ano&rdquo;, disse o  comandante do Ex&eacute;rcito.<br /><br />fonte: <a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/rio-contra-o-crime/noticia/2010/12/rio-tera-forca-de-paz-nos-moldes-do-haiti-diz-comandante-do-exercito.html">g1.globo.com</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=79</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Prejuízo para o tráfico é mais de R$ 100 milhões com operação no Alemão, afirma PM </title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;">RIO - O comandante-geral da Pol&iacute;cia  Militar do Rio, Mario Sergio  Duarte, disse nesta ter&ccedil;a-feira que o  preju&iacute;zo do tr&aacute;fico de drogas com a  megaopera&ccedil;&atilde;o no Conjunto de Favelas  do Alem&atilde;o &eacute; de mais de R$ 100  milh&otilde;es. A declara&ccedil;&atilde;o foi feita durante a  inaugura&ccedil;&atilde;o da Unidade de  Pol&iacute;cia Pacificadora (UPP) do Morro dos  Macacos, em Vila Isabel, na Zona  Norte da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a perman&ecirc;ncia das For&ccedil;as Armadas  no patrulhamento nas  favelas do Conjunto do Alem&atilde;o at&eacute; outubro de 2011 -  pedido feito pelo  governador S&eacute;rgio Cabral nesta ter&ccedil;a - o secret&aacute;rio  de Seguran&ccedil;a, Jos&eacute;  Mariano Beltrame, disse durante o evento que  considera a a&ccedil;&atilde;o  "necess&aacute;ria e fundamental".</p>
<p style="text-align: justify;">A c&uacute;pula da Pol&iacute;cia Civil havia estimado  nesta segunda-feira que o  preju&iacute;zo da quadrilha dos traficantes do  Complexo do Alem&atilde;o estava em  R$ 50 milh&otilde;es. A soma foi resultado da  apreens&atilde;o de 42 toneladas de  maconha, cerca de 300 quilos de coca&iacute;na,  centenas de motocicletas e mais  de 15 autom&oacute;veis. Al&eacute;m disso, foram  apreendidos centenas de fuzis,  pistolas, dinheiro e im&oacute;veis.</p>
<p style="text-align: justify;">O delegado Eduardo Clementino, que  representa a Pol&iacute;cia Civil no  comando das opera&ccedil;&otilde;es e fazia os  c&aacute;lculos, afirmou nesta segunda-feira  que os n&uacute;meros n&atilde;o estavam  fechados e que poderiam aumentar nos pr&oacute;ximos  dias, com a busca por  drogas e armas.</p>
<p style="text-align: justify;">fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/11/30/prejuizo-para-trafico-mais-de-100-milhoes-com-operacao-no-alemao-afirma-pm-923152282.asp">O Globo</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=78</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Ação contra o crime no RJ demonstra urgência da PEC 300</title>
		  <description><![CDATA[
          <p style="text-align: justify;">A a&ccedil;&atilde;o conjunta de policiais e das For&ccedil;as Armadas contra o crime organizado no Rio de Janeiro demonstra que a PEC 300 precisa ser aprovada urgentemente. Assistindo &agrave; TV por ocasi&atilde;o da retomada do Complexo do Alem&atilde;o pelo Estado de Direito, um fato de chamou a aten&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Dizia o comentarista que cada soldado americano que combate no Iraque ganha US$ 1 mil por dia. Repito: por dia. No Rio de Janeiro, um policial militar recebeu aproximadamente R$ 1 mil por m&ecirc;s (bruto). E, tanto no Iraque quanto na capital fluminense, o cen&aacute;rio &eacute; de guerra.<br /><br />A partir da&iacute;, temos algumas perguntas: &eacute; justo que profissionais da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Brasil arrisquem suas vidas para receber t&atilde;o pouco em troca? A quem interessa ver bombeiros e policiais mal remunerados? Por que sempre h&aacute; dinheiro para tudo, rigorosamente tudo, menos para ser aplicado na melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o?<br /><br />No entanto, esse epis&oacute;dio no Rio de Janeiro demonstrou que o povo ap&oacute;ia os trabalhadores de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, os verdadeiros her&oacute;is do Brasil. Os aplausos, as demonstra&ccedil;&otilde;es de carinho e a solidariedade dos cariocas para com bombeiros, policiais e militares certamente ficar&atilde;o gravados na mem&oacute;ria de cada um de n&oacute;s.<br /><br />Por isso, insisto: precisamos aprovar a PEC 300 j&aacute;! A proposta, que cria um piso salarial digno a bombeiros e militares de todo o Pa&iacute;s, j&aacute; foi aprovada em primeiro turno na C&acirc;mara dos Deputados e conta com o apoio da maioria absoluta de deputados federais e senadores.<br /><br />Contudo, n&atilde;o &eacute; votada no Congresso Nacional porque o Governo Federal continua se mostrando insens&iacute;vel aos trabalhadores da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. Do mesmo jeito que o povo sentiu e valorizou o trabalho dos nobres policiais na retomada do Complexo do Alem&atilde;o, como se sentiriam os brasileiros se da noite para o dia todos os policiais e bombeiros parassem as suas atividades?<br /><br />O Congresso Nacional est&aacute; para aprovar um or&ccedil;amento que est&aacute; beirando 2 trilh&otilde;es de reais e tr&ecirc;s cidad&atilde;os (ministro Padilha, ministro Bernardo e deputado Vaccarezza) n&atilde;o querem valorizar os her&oacute;is da na&ccedil;&atilde;o brasileira com uma complementa&ccedil;&atilde;o salarial da ordem de 12 milh&otilde;es de reais, impedindo a qualquer custo a conclus&atilde;o da vota&ccedil;&atilde;o da PEC 300. Est&atilde;o brincando com fogo<br /><br />fonte: policialbr.com</p>
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          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=77</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Polícia reforça ofensiva salarial após ações no Rio</title>
		  <description><![CDATA[
          <h2>Pol&iacute;cia refor&ccedil;a ofensiva salarial ap&oacute;s a&ccedil;&otilde;es no Rio</h2>
<h3>Corpora&ccedil;&atilde;o pressiona pela aprova&ccedil;&atilde;o da emenda  constitucional que  cria o piso nacional para a categoria; futuro governo  teme impacto  fiscal</h3>
<div class="bb-md-noticia-fecha">29 de novembro de 2010 | 21h 20</div>
<div class="bb-md-noticia-fecha">
<div class="bb-md-noticia-autor">Rodrigo Burgarelli / RIO  - O Estado de S.Paulo</div>
<p style="text-align: justify;">Embalados pela repercuss&atilde;o positiva das  opera&ccedil;&otilde;es de  ocupa&ccedil;&atilde;o na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alem&atilde;o, no Rio,  os policiais  cariocas prometem aumentar a press&atilde;o para a aprova&ccedil;&atilde;o da  proposta de  emenda constitucional 300 (PEC 300), que cria o piso  nacional para a  categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A faixa, pendurada bem ao lado do  quartel-general das for&ccedil;as que  atuam na ocupa&ccedil;&atilde;o no complexo de favelas  na zona norte do Rio, denuncia:  "R$ 30 por dia: valor da vida de um  policial e de um bombeiro no Rio de  Janeiro." Bem ao lado, a inscri&ccedil;&atilde;o  "PEC 300/2008" mostra que, ap&oacute;s o  sucesso da invas&atilde;o do Complexo do  Alem&atilde;o, o momento &eacute; adequado para as  reivindica&ccedil;&otilde;es. "Agora temos o  apoio de toda a popula&ccedil;&atilde;o. Ir contra a  PEC &eacute; ir contra todo mundo que  apoia a Pol&iacute;cia do Rio", explicou um  policial militar que n&atilde;o quis se  identificar com medo de repres&aacute;lias.</p>
<p style="text-align: justify;">Policiais que participavam das opera&ccedil;&otilde;es  no Alem&atilde;o reclamavam das  condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e do sal&aacute;rio. "&Eacute;  mentira isso que est&atilde;o falando,  que policiais se apresentaram  voluntariamente para ajudar. Foi ordem  direta. Agora, estamos  trabalhando extra, sem ganhar nada a mais por  isso, e com um sal&aacute;rio  mal pago", disse outro PM, que pediu anonimato.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apoio</strong>. Moradores da  Penha que assistiam &agrave;  movimenta&ccedil;&atilde;o das tropas concordaram. "Os  policiais est&atilde;o mostrando o  valor deles, que n&atilde;o corresponde com o que  eles ganham", afirmou o  diretor administrativo Elias Matias, de 44  anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos  Ativos e Inativos da Pol&iacute;cia e  Bombeiros Militares (Assinap), Miguel  Cordeiro, a pol&iacute;cia fluminense &eacute; a  mais mal paga do Brasil. "Hoje, um  policial no Rio tem vergonha de  falar que &eacute; policial, o sal&aacute;rio &eacute;  rid&iacute;culo", disse. "Se nossos policiais  ganhassem bem, toda a popula&ccedil;&atilde;o  sairia ganhando", acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, um policial militar em  come&ccedil;o de carreira no Rio ganha  cerca de R$ 900 por m&ecirc;s. Caso a PEC  seja aprovada, o piso poderia passar  para R$ 3,5 mil (quase quatro  vezes mais), enquanto o governo federal  n&atilde;o fizesse um projeto de lei  com um valor definitivo para o piso.  Grande parte do financiamento  viria dos cofres federais &ndash; segundo  c&aacute;lculo do Minist&eacute;rio do  Planejamento, o impacto no or&ccedil;amento seria por  volta de R$ 46 bilh&otilde;es.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC est&aacute;  emperrada desde 2008, quando foi  proposta. Houve press&atilde;o para que ela  fosse aprovada antes das elei&ccedil;&otilde;es &ndash;  a C&acirc;mara chegou a aprovar o projeto  em primeiro turno, mas ele ainda  n&atilde;o voltou &agrave; pauta por falta de  acordo. O atual e futuro ministro da  Fazenda, Guido Mantega, declarou  ser contra a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta.  2011, para ele, &eacute; ano de conten&ccedil;&atilde;o  fiscal.</p>
<p>fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,policia-reforca-ofensiva-salarial-apos-acoes-no-rio,647096,0.htm</p>
</div>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=76</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Direito de greve não se aplica a policiais civis do Estado de São Paulo</title>
		  <description><![CDATA[
          <h1 class="titulo">Direito de greve n&atilde;o se aplica a policiais civis do Estado de S&atilde;o Paulo</h1>
<p>Direito de greve n&atilde;o se aplica a policiais civis do Estado de  S&atilde;o Paulo. Foi com essa fundamenta&ccedil;&atilde;o que o ministro Eros Grau, do Supremo  Tribunal Federal (STF), concedeu medida liminar para suspender ato do Tribunal  Regional do Trabalho da 2&ordf; Regi&atilde;o, nos autos do Diss&iacute;dio Coletivo de Greve n&ordm;  201.992008.000.02.00-7. A decis&atilde;o do Tribunal do Trabalho suspensa autorizava a  realiza&ccedil;&atilde;o da greve dos policiais civis, desde que fosse mantido o quantitativo  de 80% da for&ccedil;a policial em funcionamento, em homenagem ao princ&iacute;pio da  continuidade dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos, dada a essencialidade da atividade policial.</p>
<p>Em decis&atilde;o liminar anteriormente concedida, o ministro Eros  Grau havia suspendido a tramita&ccedil;&atilde;o do diss&iacute;dio coletivo de greve em raz&atilde;o da  incompet&ecirc;ncia da Justi&ccedil;a do Trabalho, conforme assentado na ADI n&ordm; 3.395.  Contudo, havia sido preservada a decis&atilde;o na parte em que determinava a  manuten&ccedil;&atilde;o do quantitativo m&iacute;nimo de 80% da for&ccedil;a policial em funcionamento.</p>
<p>Em novo pedido, o Estado de S&atilde;o Paulo, ao passo que informou  a frustra&ccedil;&atilde;o das tentativas de negocia&ccedil;&atilde;o, requereu que o STF oriente a  autoridade judicial a quem competir examinar o diss&iacute;dio coletivo sobre como  aplicar a lei de greve.</p>
<p>Apreciando quest&atilde;o de ordem, o ministro Eros Grau, ao mesmo  tempo em que assentou a incompet&ecirc;ncia do STF para decidir sobre a legitimidade  do movimento grevista deflagrado pelos policiais civis, entendeu que a gravidade  da situa&ccedil;&atilde;o reclamava a imediata manifesta&ccedil;&atilde;o da Corte.</p>
<p>O ministro equiparou os policiais civis aos policiais  militares (servi&ccedil;os p&uacute;blicos cuja coes&atilde;o social exige que sejam prestados em sua  totalidade, especialmente aqueles exercidos por grupos armados). Estendeu-se a  veda&ccedil;&atilde;o contida no inciso IV do par&aacute;grafo 3&ordm; do artigo 142 da Constitui&ccedil;&atilde;o  Federal (que pro&iacute;be o exerc&iacute;cio de greve pelos policiais militares) aos  policiais civis, consignando: "o conhecimento dos fatos me autoriza, todavia, a  neste passo, explicitando o sentido que foi decidido no MI n&ordm; 712, afirmar a  insubsist&ecirc;ncia do direito de greve no que concerne aos policiais civis, do que  resulta a sua n&atilde;o aplica&ccedil;&atilde;o a eles."</p>
<p>Da decis&atilde;o assentada monocraticamente pelo ministro Eros Grua  defluem in&uacute;meras conseq&uuml;&ecirc;ncias. Em primeiro lugar a impossibilidade do STF atuar  como &oacute;rg&atilde;o consultivo. No exerc&iacute;cio da jurisdi&ccedil;&atilde;o constitucional e do controle  incidental de constitucionalidade, como parecem ser os mandados de injun&ccedil;&atilde;o, bem  como as suspens&otilde;es de seguran&ccedil;a, o STF deve julgar o caso concreto e n&atilde;o fixar  os contornos abstratos de aplica&ccedil;&atilde;o da lei para as demais inst&acirc;ncias  jurisdicionais, cuja compet&ecirc;ncia foi assentada pelo pr&oacute;prio STF.</p>
<p>Outro aspecto, de id&ecirc;ntica relev&acirc;ncia, dialoga diretamente  com o MI n&ordm; 712 que, em senten&ccedil;a de n&iacute;tido perfil aditivo, fixou os contornos em  que os servidores p&uacute;blicos exerceriam o direito de greve constitucionalmente  assegurado.</p>
<p>Ao determinar a aplica&ccedil;&atilde;o subsidi&aacute;ria da lei de greve dos  trabalhadores da iniciativa privada aos servidores p&uacute;blicos federais, o STF deu  um largo passo no sentido de suprir a omiss&atilde;o legislativa, rompendo com o dogma  kelseniano do legislador negativo, ao adotar uma senten&ccedil;a manipulativa de  conte&uacute;do aditivo. N&atilde;o se olvida que essa ser&aacute; uma tend&ecirc;ncia cada vez mais  presente na Suprema Corte, em face dos institutos da repercuss&atilde;o geral e da  s&uacute;mula vinculante, contudo, ainda h&aacute; alguns caminhos a serem percorridos.</p>
<p>Ao negar o direito de greve dos policiais civis (ainda que em  sede monocr&aacute;tica), o STF n&atilde;o estaria se distanciando do que preconizou o inciso  VII do artigo 37 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal?</p>
<p>O inciso VII do artigo 37 n&atilde;o pode ser interpretado de forma  dissociada do artigo 9&ordm;, todos da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal que assegurou o direito  de greve, outorgando ao trabalhador a compet&ecirc;ncia privativa para a decis&atilde;o  acerca da oportunidade do seu exerc&iacute;cio e dos interesses que devam por meio dele  defender. Isso porque os servidores p&uacute;blicos s&atilde;o, acima de tudo, trabalhadores.  Tanto o &eacute; que o STF determinou a aplica&ccedil;&atilde;o da mesma lei geral de greve criada  para os trabalhadores a que se refere o artigo 9&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o:</p>
<blockquote>
<p>"Art. 9&ordm; &Eacute; assegurado o direito de greve, competindo aos      trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exerc&ecirc;-lo e sobre os      interesses que devam por meio dele defender.</p>
<p>&sect; 1&ordm; - A lei definir&aacute; os servi&ccedil;os ou atividades      essenciais e dispor&aacute; sobre o atendimento das necessidades inadi&aacute;veis da      comunidade.</p>
<p>&sect; 2&ordm; - Os abusos cometidos sujeitam os respons&aacute;veis &agrave;s      penas da lei."</p>
</blockquote>
<p>Trata-se de direito e garantia fundamental.</p>
<p>O constituinte reservou para o legislador infraconstitucional  a defini&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os e atividades essenciais, com vistas ao atendimento das  necessidades inadi&aacute;veis da comunidade. Contudo, essa compet&ecirc;ncia legislativa  prevista no par&aacute;grafo primeiro do artigo 9&ordm; apenas pode ser exercida se  compreendida na rela&ccedil;&atilde;o de subordina&ccedil;&atilde;o entre a cabe&ccedil;a do artigo (caput) que  assegura o direito de greve. Isso equivale dizer que o legislador n&atilde;o poderia,  sob pena de violar a literalidade do caput do artigo 9&ordm;, editar lei no sentido  de inviabilizar o direito de greve do trabalhador Poderia ent&atilde;o o STF, decidir  no sentido de inviabilizar o direito de greve do servidor p&uacute;blico? Ou n&atilde;o seriam  os policiais civis servidores p&uacute;blicos?</p>
<p>Poderia o STF distinguir quem a Constitui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o distinguiu,  ou, via inversa, equiparar quem a Constitui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o equiparou?</p>
<p>Indo um pouco al&eacute;m na argumenta&ccedil;&atilde;o, a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal  assegurou o direito de greve dos servidores p&uacute;blicos nos seguintes termos: "o  direito de greve ser&aacute; exercido nos termos e nos limites definidos em lei  espec&iacute;fica". Diante da reiterada omiss&atilde;o, o STF equiparou os servidores p&uacute;blicos  aos trabalhadores, exclusivamente para efeitos da aplica&ccedil;&atilde;o subsidi&aacute;ria do  regramento previsto na Lei n&ordm; 7.783/89, viabilizando o exerc&iacute;cio regrado do  direito constitucionalmente garantido.</p>
<p>Contudo, nos quase 20 anos que antecederam a decis&atilde;o do STF  no MI n&ordm; 712 o servidor sempre exerceu o direito de greve, fato social que &eacute;. No  constante conflito e interpenetra&ccedil;&atilde;o entre a norma e o fato, as greves sempre  exsurgiram como uma realidade social, uma resposta dos movimentos dos  trabalhadores em busca de melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Isso equivale dizer  que a greve n&atilde;o precisa de autoriza&ccedil;&atilde;o legal para acontecer, sua exist&ecirc;ncia como  fato social precede a positiva&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Contudo, &eacute; fato, em respeito ao Estado Democr&aacute;tico e ao  Direito como pressuposto conformador da realidade, em face de uma veda&ccedil;&atilde;o  constitucional expressa, h&aacute; de se preservar a ordem constitucional.</p>
<p>Ocorre que a Constitui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vedou o direito de greve, pelo  contr&aacute;rio, o reafirmou!</p>
<p>O que ocorreu foi a veda&ccedil;&atilde;o do direito de greve dos policiais  militares, silenciando o texto constitucional no tocante aos policiais civis.  Est&aacute;-se diante do silencio eloq&uuml;ente do legislador.</p>
<p>Tendo sido nosso constituinte t&atilde;o minucioso a ponto de, ao  passo em que garantiu o direito de greve, vedar expressamente a sua pr&aacute;tica  pelos policiais militares (apenas), seria leg&iacute;timo que o STF entendesse o  contr&aacute;rio e equiparasse o que a Constitui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o equiparou e negando o direito  de greve dos policiais civis?</p>
<p>Essa &eacute; uma das perguntas com as quais o plen&aacute;rio do STF se  defrontar&aacute; ao apreciar o referendo da medida liminar concedida pelo ministro  Eros Grau na Reclama&ccedil;&atilde;o n&ordm; 6.568.</p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=74</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Direito de greve deve sim ser garantido aos policiais </title>
		  <description><![CDATA[
          <p>Direito de greve deve sim ser garantido aos policiais<br /><br />Por Marcus Orione Gon&ccedil;alves Correia<br /><br />O  fim da greve de policiais civis em S&atilde;o Paulo trouxe &agrave; tona a discuss&atilde;o  sobre o direito de greve de servidores p&uacute;blicos em geral e, em  particular, de policiais. O debate &eacute;<br />oportuno. Alguns alegam que a greve de policiais militares dos estados<br />conspira contra disposi&ccedil;&atilde;o constitucional que versa sobre a hierarquia e<br />a disciplina.<br /><br />No  entanto, quando se irrompe o movimento grevista, n&atilde;o h&aacute; que falar em  quebra da hierarquia, que se refere &agrave; estrutura organizacional graduada  da corpora&ccedil;&atilde;o e que se mant&eacute;m<br />preservada mesmo nesse instante. A inobserv&acirc;ncia de ordens provenientes<br />dos que det&ecirc;m patentes superiores, com a paralisa&ccedil;&atilde;o, caracteriza ato<br />de indisciplina? Recorde-se que a determina&ccedil;&atilde;o proveniente de superior<br />hier&aacute;rquico, para ser v&aacute;lida, deve ser legal. Jamais, com base na<br />hierarquia e na obedi&ecirc;ncia, por exemplo, h&aacute; que exigir de um soldado que<br />mate algu&eacute;m apenas por ser esse o desejo caprichoso de seu superior.<br /><br />Logo,  se existem condi&ccedil;&otilde;es que afrontem a dignidade da pessoa humana no  exerc&iacute;cio da atividade policial, o ato de se colocar contra tal estado  de coisas jamais poderia<br />ser tido como de indisciplina. A busca por melhores sal&aacute;rios e<br />condi&ccedil;&otilde;es de trabalho n&atilde;o implica ato de insubordina&ccedil;&atilde;o, mas de<br />recomposi&ccedil;&atilde;o da dignidade que deve haver no exerc&iacute;cio de qualquer<br />atividade remunerada. Portanto, se situa dentro dos par&acirc;metros<br />constitucionais.<br /><br />Quanto  &agrave;s pol&iacute;cias civis e federais, n&atilde;o h&aacute; sequer norma semelhante &agrave;  anterior, at&eacute; mesmo porque possuem organiza&ccedil;&atilde;o diversa. No entanto, para  afastar alega&ccedil;&otilde;es de<br />inconstitucionalidade da greve de policiais, o mais importante &eacute; que n&atilde;o<br />se deve confundir pol&iacute;cia com For&ccedil;as Armadas.<br /><br />Conforme  previs&atilde;o constitucional, a primeira tem como dever a preserva&ccedil;&atilde;o da  ordem p&uacute;blica e da incolumidade das pessoas e do patrim&ocirc;nio. J&aacute; as  segundas,<br />constitu&iacute;das por Ex&eacute;rcito, Marinha e Aeron&aacute;utica, destinam-se &agrave; defesa<br />da p&aacute;tria e &agrave; garantia dos Poderes, da lei e da ordem.<br /><br />&Agrave;s  For&ccedil;as Armadas, e somente a elas, &eacute; vedada expressamente a greve  (artigo 142, par&aacute;grafo 3&ordm;, inciso IV, da Constitui&ccedil;&atilde;o). Ressalte-se que  em nenhum instante foi feita igual<br />refer&ecirc;ncia &agrave; pol&iacute;cia, como se percebe dos artigos 42 e 144 do texto<br />constitucional. A raz&atilde;o &eacute; simples: somente &agrave;s For&ccedil;as Armadas n&atilde;o seria<br />dado realizar a greve, um direito fundamental social, uma vez que se<br />encontram na defesa da soberania nacional. &Eacute; de entender a limita&ccedil;&atilde;o em<br />um texto que lida diretamente com a soberania, como a Constitui&ccedil;&atilde;o<br />Federal.<br /><br />O  uso de armas, por si s&oacute;, n&atilde;o transforma em semelhantes hip&oacute;teses que  s&atilde;o distintas quanto aos seus fins. As situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o an&aacute;logas. A  particularidade de ser um servi&ccedil;o<br />p&uacute;blico em que os servidores est&atilde;o armados sugere que a utiliza&ccedil;&atilde;o de<br />armas no movimento implica o abuso do direito de greve, com a imposi&ccedil;&atilde;o<br />de san&ccedil;&otilde;es hoje j&aacute; existentes.<br /><br />N&atilde;o  existe diferen&ccedil;a quanto &agrave; essencialidade em servi&ccedil;os p&uacute;blicos como  sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o ou seguran&ccedil;a p&uacute;blica. N&atilde;o se justifica o tratamento  distinto a seus prestadores.<br />Apenas h&aacute; que submeter o direito de greve do policial ao saud&aacute;vel ato de<br />pondera&ccedil;&atilde;o, buscando seus limites ante outros valores constitucionais.<br /><br />N&atilde;o  &eacute; de admitir interpreta&ccedil;&atilde;o constitucional que crie proibi&ccedil;&atilde;o a direito  fundamental n&atilde;o concebida por legislador constituinte. H&aacute; apenas que  possibilitar o uso, para os<br />policiais, das regras aplic&aacute;veis aos servidores p&uacute;blicos civis.<br /><br />No  mais, deve-se buscar a imediata ratifica&ccedil;&atilde;o da conven&ccedil;&atilde;o 151 da OIT  (Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho), que versa sobre as rela&ccedil;&otilde;es de  trabalho no setor p&uacute;blico e<br />que abre possibilidade &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, permitindo sua extens&atilde;o &agrave;<br />pol&iacute;cia.<br /><br />Uma  pol&iacute;cia bem equipada, com policiais devidamente remunerados e  trabalhando em condi&ccedil;&otilde;es dignas n&atilde;o deve ser vista como exig&ecirc;ncia  ego&iacute;sta de grevistas. Trata-se da busca da<br />efici&ecirc;ncia na atua&ccedil;&atilde;o administrativa (artigo 37 da Constitui&ccedil;&atilde;o) e da<br />satisfa&ccedil;&atilde;o do interesse p&uacute;blico no servi&ccedil;o prestado com qualidade.<br /><br />[Artigo publicado originalmente na Folha de S.Paulo de s&aacute;bado, 15 de novembro]<br /><br />fonte: <a href="http://www.policialbr.com/">www.policialbr.com</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=73</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item>
       <item>
          <title>Vaccarezza: greve de policiais exige cuidados especiais </title>
		  <description><![CDATA[
          <h2>Vaccarezza: greve de policiais exige cuidados especiais</h2>
<p>L&iacute;der do governo observa que policiais s&atilde;o "servidores armados" e  comenta a possibilidade de ser realizada uma greve devido &agrave; n&atilde;o vota&ccedil;&atilde;o  da proposta que define um piso salarial da categoria.<br />Arquivo - Janine Moraes<br />Vaccarezza: piso salarial de policiais deve ser discutido com governadores eleitos.<br /><br />O  l&iacute;der do governo na C&acirc;mara, deputado C&acirc;ndido Vaccarezza (PT-SP), disse  nesta quarta-feira que a greve &eacute; um direito leg&iacute;timo dos trabalhadores,  mas, no caso de policiais, exige cuidados por tratar-se "de servidores  armados".<br /><br />O coment&aacute;rio foi em resposta ao alerta feito hoje pelos  l&iacute;deres partid&aacute;rios, que, em reuni&atilde;o com o presidente da Rep&uacute;blica,  Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, chamaram a aten&ccedil;&atilde;o para a possibilidade de  policiais e bombeiros fazerem uma greve geral, no in&iacute;cio do governo de  Dilma Rousseff, caso as PECs 300/08 e 446/09 n&atilde;o sejam aprovadas.<br /><br />As  PECs estabelecem piso salarial nacional para policiais e bombeiros  militares. Na opini&atilde;o de Vaccarezza, o assunto deve ser discutido entre  os governadores e a presidente eleita, no ano que vem, uma vez que s&atilde;o  os estados que arcar&atilde;o com o aumento das despesas.<br /><br />Busca de alternativas<br />Participante  da reuni&atilde;o com o presidente Lula, o deputado Paulo Pereira da Silva  (PDT-SP) confirmou a amea&ccedil;a de greve e disse ser necess&aacute;rio encontrar  uma alternativa para votar a PEC ainda neste ano. "N&atilde;o pode aumentar o  sal&aacute;rio m&iacute;nimo, n&atilde;o pode aumentar o sal&aacute;rio da pol&iacute;cia, mas os deputados  querem ganhar igual ju&iacute;zes", provocou.<br /><br />Segundo o l&iacute;der do  governo, c&aacute;lculos do Minist&eacute;rio do Planejamento mostram que, se o  sal&aacute;rio de todos os policiais e bombeiros militares fosse equiparado ao  pago em Sergipe - de R$ 3,2 mil -, "o rombo seria de mais de R$ 40  bilh&otilde;es".<br /><br />No &aacute;udio da reuni&atilde;o com o presidente Lula, divulgado  para a imprensa, alguns deputados pedem a aprova&ccedil;&atilde;o do projeto que  legaliza os bingos (PL 1986/03) e destina&ccedil;&atilde;o dos recursos arrecadados  com essa atividade para a sa&uacute;de. Segundo Vaccarezza, caso haja acordo  entre os l&iacute;deres partid&aacute;rios, &eacute; poss&iacute;vel votar o texto ainda neste ano.<br />Reportagem - Maria Neves e Carol Siqueira<br />Edi&ccedil;&atilde;o - Newton Ara&uacute;jo</p>
<p>fonte: <a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/SEGURANCA/151310-VACCAREZZA:-GREVE-DE-POLICIAIS-EXIGE-CUIDADOS-ESPECIAIS.html">Agencia Camara de Noticias</a></p>
          ]]></description>
          <link rel="self">http://www.partidomilitarbrasileiro.com.br/detalhe_noticias_novo.php?id=72</link>
          <pubDate> GMT</pubDate></item></channel></rss>
